Tem como ponto de partida o dilema dos inocentes – de quem é preso mas que está inocente e da restrição da liberdade, que alimentada pelo sonho faz com que esta se torne menos punível.
O sonho e a realidade, dois mundos que estão constantemente presentes e em confronto nos quatro corpos confinados a quatro calabouços, tão particulares na sua própria solidão e que interagem no sonho, apenas.
“Quid Iuris?” A última pergunta que ecoa antes da liberdade sentenciada.
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