1995

1º Programa


Chão Vermelho
Coreografia Nélia Pinheiro
Música José Afonso | Vitorino
Bailarinos Raquel Nobre* | Cláudia Santos* | Elizabete Reia* | Pedro Carvalho* | Hugo Goepp*
Figurinos Nélia Pinheiro
Desenho de Luz Nélia Pinheiro | Rafael Leitão | José Grilo
Adereços Rafael Leitão | Nélia Pinheiro

Um Outro Olhar
Coreografia Nélia Pinheiro
Música Nina Simone | Billie Holiday | Ella Fitzerald
Bailarinos Raquel Nobre* | Cláudia Santos* | Elizabete Reia* | Pedro Carvalho* | Rafael Leitão
Figurinos Nélia Pinheiro
Desenho de Luz Nélia Pinheiro | Rafael Leitão | José Grilo
Adereços Rafael Leitão | Nélia Pinheiro

Passione
Coreografia Nélia Pinheiro | Rafael Leitão
Música J. S. Bach – Concerto de violino N. 1 A Major
Bailarinos Nélia Pinheiro | Rafael Leitão
Figurinos Nélia Pinheiro | Rafael Leitão
Desenho de Luz Nélia Pinheiro | Rafael Leitão | José Grilo
Espaço Cénico Rafael Leitão | Nélia Pinheiro


Design Gráfico Francisco Bilou
Fotografias Álvaro Corte-Real
Técnico de Luz José Grilo
Técnico de Som Mário Martins

Duração 75 min
Escalão Etário Maiores de 10 anos

Espectáculo Subsidiado Secretaria de Estado da Cultura, Instituto Português do Bailado e da Dança, | Câmara Municipal de Évora
Apoios Instituto Português da Juventude | Secretaria de Estado da Cultura – Delegação Regional do Alentejo

Estreia Évora | Teatro Garcia de Resende | 21 de Julho de 1995

* alunos do 1º curso profissional de dança da Escola de Formação CDCE
Qualquer que tenha sido a maneira como se tenha efectuado a criação do mundo, teve de ser, admitamo-lo, de movimento e por conseguinte de ritmo, de som (admitindo até o silêncio como som de acompanhamento) tal como a circulação do sangue nas veias, a respiração em exercício nos pulmões que se vêem, sentem-se e até se ouvem.
É neste sentido que o movimento é tão natural para ávida humana como são as referidas actuações fisiológicas no seu acto dançante.
Se se pretender definir a dança no sentido lato, poder-se-á dizer que todos os corpos que vivem respiram, logo todos os corpos se movimentam, logo dançam.
A dança nasce dessa pulsação vital, dessa rítmica, envolve-se em tonicidade e energias, cobre-se de harmonia (que é o sulco da expressão) e tenta dar validade aos sentires dos sentidos.
Da mesma forma que existem indivíduos que constroem jardins (com arruamentos, recantos e assentos agradáveis) para neles se passearem, também os bailarinos constroem o movimento nos seus corpos para o usarem na locomoção, dinâmica, trajectórias, elevação, volteio cuja unificação, forma a coreografia, a dança.
É neste caminho que a dança fala de coisas que por vezes só se poderá ler por "entre linhas" e outras vezes é mesmo inefável.
In Programa do Espectáculo
Imprensa
" Um acontecimento que vai contribuir para o enriquecimento da região alentejana"
In Revista Nova Gente | 26/07/95

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