2000

Azul Azul
(espectáculo para a Infância)
Direcção | Dramaturgia | Coreografia Rafael Leitão
Música Gabriel Fauré – Dolly Suite | Pjotr Ilyich Tchaikovsky – Swan Lake Suite | Gregor Theelen
Bailarinos Hugo Goepp | Nélia Pinheiro | Rafael Leitão
Voz do Narrador Rafael Leitão
Figurinos | Cenografia Rafael Leitão | Nélia Pinheiro
Desenho de Luz Fernando Alonso | Oliver Amado


Design Gráfico Rui Alves
Fotografias de Cena Jorge Gonçalves
Técnico de Luz Oliver Amado
Técnico de Som Filipe Físico
Construção de Guarda-Roupa Adelaide Marinho (CNB) | Maria José Baltazar
Construção de Cenografia Carlos Godinho

Duração 45 min
Escalão Etário Todos

Companhia Subsidiada Ministério da Cultura | Instituto Português das Artes do Espectáculo | Câmara Municipal de Évora

Estreia Évora | Celeiros da EPAC | 29 de Abril de 2000

Imagens
A narrativa do espectáculo é feita pelo recurso à fábula. Um percurso no mundo do imaginário da criança. A exploração e construção foi baseada na observação do comportamento dos protagonistas - os Patos.
O acordar, o crescimento, a curiosidade, as transformações do corpo, o desejo de ser grande e herói por momentos são factores que orientam a dramaturgia.
A surpresa, o ambiente, a música e os sons, a caracterização das personagens, transportam cada criança para um universo de fantasia, onde o azul è a cor mágica que transforma o acordar para mais um dia, na concretização de um sonho e na luta pela sobrevivência.
...e no final é de novo hora de dormir para azul azul!
Rafael Leitão in Programa de Espectáculo
Imprensa

"A surpresa, o ambiente, a musica, que inclui excertos de Dolly Suite de Fauré e do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky, e a caracterização das personagens transportam cada criança para um universo de fantasia, onde o azul é a cor magica que transforma o acordar para mais um dia, na concretização de um sonho.”

Cristina Melo in Revista Visão | 27/04/00

"Dois patos são os personagens centrais: Vivem os sonhos da infância, crescem saudavelmente no seu lago até que um caçador vem desestabilizar o ecossistema tentando caça-los, visualizando-os (às sua penas) como matéria-prima para o seu vestuário. Como numa boa fábula, o inimigo Homem perde. Os patos vencem o caçador. A fábula é também uma reflexão sobre a actuação do Homem na Natureza. A cena passa como se estivéssemos diante de uma trama de quadradinhos. Frente a um livro de banda desenhada de folhas amarelecidas pelo inevitável correr o tempo."
Paulo Nobre in Jornal Imenso Sul | 28/4/00

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